Archive for ‘Os artistas’

setembro 17, 2014

Cassia Eller#1

cassiaellerscan3

130x100cm 1/3

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setembro 17, 2014

Cassia Eller #5

cassiaellerscan2

100x130cm 1/3

setembro 17, 2014

Cassia Eller#3

Untitled2

100x130cm 1/3

setembro 15, 2014

Variações Fr eu dianas

variacoesfruedianas

Poliptico 4 fotografias de 24x36cm 1/3 Coleção Antonio Quinet

setembro 15, 2014

videobabe

mirandapoliptico2

Poliptico 8 fotografias de 24x36cm coleção Antonio Quinet

agosto 27, 2014

StellaBella

stellabella6corteBWwebBanda de rock carioca.

abril 1, 2012

Daniela Vidal Princesa da Lua na Terra do Sol

agosto 18, 2011

Maria Padilha e Rosane Goffman

 

agosto 18, 2011

Tim Maia

Essa foi uma das sessões mais excentricas de foto que eu fiz.. Fui fotografar o Tim na sua casa no recreio dos Bandeirantes. Era uma casa simples, ele estava só e tímido. Eu, com meu assistente Robson, emocionado porque  era muito fã do Tim Maia. Fotografamos, o Tim , timido a beça. Aí ele pediu para a gente parar um pouco porque ele tava com fome. Fritou um monte de hamburguer. Comemos e continuamos a fotografar. Depois dirigi de volta a Zona Sul, deixando-o sozinho naquela casa no Recreio dos Bandierantes.  Vida louca.

agosto 18, 2011

Zé Ramalho

Fiz essa foto para a capa do Zé Ramalho a pedido do meu amigo Luis Fernando Borges. Gosto muito da musica do Zé Ramalho..

agosto 18, 2011

As imagens apareceram em sonho.

O sonho foi importantissimo para os surrealistas. A fotografia é a concretizaçao das imagens, do  sonho, registradas com um aparelho. Vivemos no mundo impulsionado pelo sonho.

Daniela Vidal, dormindo.

agosto 18, 2011

New wave

Fiz essa foto numa tarde de piscina, no apartamento dos pais da Rosa Amelia.. Quando penso em anos 80, em New Wave, a ruptura fundamental mesmo, foi cortar curto o cabelo, nos lados e atrás e deixar o topete. O maior possivel. Lembro que trabalhava num restaurante, no caixa em Copacabana. Acordava as seis da manhã para comprar os legumes. As tardes eram um tédio.. ao lado do restaurante, tinha um  barbeiro. Larguei o caixa 15 minutos e pedi ao barbeiro: curto atrás e do lado. Ele nunca tinha cortado daquele jeito. Fui instruindo o que fazer. Quando levantei da cadeira, os anos 70 ficaram para trás… Claudinho é o rapaz pensativo. Alvin L dá sua pinta de Rayban wayfarer, desfocado. Alvin hj é o letrista do Capital Inicial.

agosto 18, 2011

Marco Veloso

Marco Veloso é um dos meus melhores amigos. Durante um  bom tempo, fotografei suas series de desenho a carvão. Ele é inteligente, muito estudioso e muito do que penso foi determinado em nossas conversas.

Em julho desse ano, Marco expôs na Galeria Annita Schwarcz; em uma das salas da galeria era exibido um video com uma entrevista dele. Marco falava em frente a uma de suas séries. Os desenhos que vira no primeiro andar da galeria, quando apareciam em video, numa tela pequena, removidos, distantes.. ganhavam uma importancia enorme. A imagem aplica um carisma imediato sobre tudo que ela representa. A fotografia aumenta o carisma do mundo todo.  Tive uma epifania, compreendi o óbvio.

agosto 4, 2011

Pedro e Deborah

Essa foto fez parte da divulgação de uma peça do Hamilton Vaz Pereira.. Ela Odeia Mel. Acho que é essa peça.

Gosto muito dessa imagem. Acho que os casais são assim, muitas vezes; cada um olhando em uma direção, belos, dramaticos e insatisfeitos.

agosto 4, 2011

Alice Asseff

Brasileiros nascem de tantas etnias e o rosto de Alice tem traços exoticos, lindos, resultado dessa mistura benfazeja.

Foto tirada em estudio com luz do sol.

agosto 3, 2011

Daniel Senise

Foto inventada na hora, saiu por acaso, no atelier do Daniel.. Eu gosto muito do cachorro e a banana qe parecem ser simbolos nas maos dele, com um santo e seus simbolos e no entanto não simbolizam nada.

Essa foto foi encomendada pela revista AZ. é um tipo de revista que n˜øa existe mais.. essa leveza, despretensão, futilidade.. isso não existe mais nas revistas. Aliás, revista.. melhor ler um livro né?

Foto pertencente a coleção do MAM SP.

agosto 3, 2011

Caetano Veloso

Escaneei do contato.. daí estar tão pequena.  Fotografei em casa. Pedí a Paula Lavigne para segurar o rosto dele. Acho o gesto perfeito para o retrato do Caetano. O fato de ser ela.. perfeito. Essa foto pertence a coleção do MAM SP.

agosto 3, 2011

Mariana Mordente

Adoro essa foto. Mariana é uma atriz jovem, inteligente a beça e claro, tem um senso de humor. Fiz essa foto durante uma sessão para um book dela.. e improvisamos essa foto. Nunca soube o que fazer com ela porque no book, o rosto da Mariana nem aparece. Mas agora eu descobri o lugar dela.. uma das minhas fotos favoritas.

agosto 2, 2011

Peter Boos

Peter é ator. Muito bom. Me encomendou uma serie de fotos para seu book. Gosto muito de fotografar assim, para as pessoas, para seus books, composites.. As primeiras fotos que eu fiz encomendadas, foram para um casal de namorados. O casal mais bonito da escola. Era uma encomenda secreta, romantica. Tinhamos 14 anos. As fotos ficaram ótimas… Acho que foi a encomenda mais espetacular que já recebi.  Não sei se essas fotos existem. Meus primeiros negativos, o cupim devorou.

agosto 2, 2011

Ed Motta

materia de moda; jeans e rockers. Algo assim.. marquei com o Ed na rua. Eu gosto de fotografar na rua.. as pessoas andando na rua. Teve um momento que eu decidi que não faria mais fotos de estudio, que n˜øa queria ser um iluminador, que nõa queria a assepssia do estudio. Eu voltei a pensar em Cartier Bresson ao mesmo tempo via o trabalho de Brice Weber e Herb Rotts, feitos com luz natural. Levei  a camera 6×7 para a rua e fotografava sem saber o que aconteceria, sem planejar previamente que imagens eu faria. Preto e branco.. eu mesmo revelava. Revelar fotografia com aqueles liquidos, no escuro, agitando os tanques de metal, vendo a foto aparecer na banheira com revelador.. é uma terapia.

agosto 2, 2011

Beth Goulart

Sessão de fotos para a revista Playboy. Eu recebia essas encomendas e não tinha a menor ideia do que faria.. A unica ideia que eu tinha é que não queria fazer mais um close em estudio. Eu gostava de fazer imagens que fosem fragmentos de estorias que havia lido em livros, visto em filmes mas tambem nõa queria preparar cenarios para ideias preconcebidas.. essas levavam a imagens engessadas, cafonas, fracas de enrgia. Aprendi logo que na fotografia é preciso estar atento a imagens que aparecem na hora… o encontro entre o fotografo e o fotografado, a situação, o lugar.. eu fotografava muito em locações ou na minha casa. Ficava observando a casa e pensando.. esse fichario me lembrava os escritorios de detetives descritos nos romances policiais de Raymond Chandler. Quando aparece a Beth lá em casa para fotografar, eu fico pensando o que vou fazer enquanto ela se maqueia. Daí entrego o revolver de brinquedo que estava na estante e sugiro ficar atrás do fichario. Ela, boa atriz,  interpreta.  Cenas compostas na hora, como uma brincadeira de criança.  A imaginação em campo livre, sem planejamento rigido. As vezes as ideias iniciais não funcionavam e eu propunha logo outra coisa. Usava luz do sol porque eu não perdia tempo iluminando.. eu quero dirigir os atores. Fotografo rapido. A sessão tem sempre o risco de não dar certo, das ideias não funcionarem. Angustia e diversão. NO pain, no gain.

agosto 2, 2011

Sonata de Outono

Sonata de Outono; texto do Ingmar Bergman, direção do Aderbal Jr. Aderbal teve a ideia de fotografar nos camarins do Teatro Municipal do RJ. Eu adoro fotografar em locação com historia… historia de atores então, é o maximo. Lugar de gente que compõe máscaras. É natural encontrar imagens boas em lugares assim.  Elas estao ali, esperando…

Bergman tem tudo a ver com close up de atrizes, mulheres fragmentadas e  homens desfocados. Dizem que esses closes que o Bergman usava, ele pegou do cinema do Dreyer.

Marieta e Andreia sõa empreendedoras, arriscam tudo para fazer teatro. Conviver com gente pensando e agindo assim nos dá uma ideia de grandeza no trabalho..

agosto 1, 2011

Intrepida

Essa foi feita ao acaso, nõa foi planejada. Os acrobatas olhavam o mar.

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agosto 1, 2011

Intrepida

 

Beth na estafa, a corda de acrobacia. Gosto do contaste entre o vestido delicado e a corda, a posiçnao brutal em que ela está. Esse vestido é da Maria Bonita, delicadissimo.

agosto 1, 2011

Intrepida

Acrobatas  tomam a paisagem. A pedra da Gavea, vista do Arpoador, por tras dos acrobatas parece um telão.  Efeito das roupas super brilhantes que imprimem um diafragma acima da paisagem.

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agosto 1, 2011

Intrepida

Levei a Intrepida para a praia.. pensei que poderia ficar ainda mais surrealista.  ManRay, Brasssai, Cartier Bresson.. eles eram surrealistas e sabiam que a imagem deveria ser uma segunda realidade. Quando ví a Intrepida sabia que tinha encontrado um assunto perfeito para imagens. A intrepida “pertencia” ao Gringo Cardia e chamei ele para fazer tudo comigo. Eu fiquei tão encantado com as imagens que ampliava diversas vezes a mesma foto. Toda semana ampliava as mesmas fotos.

agosto 1, 2011

Intrepida #1- os livros.

Essa foi idéia do Gringo Cardia ; jogar os livros para o alto junto com a Beth..  Gringo é muito influenciado pelas colagens do John Heartfield, dadaista.  Do jeito que fotografamos a Intrepida, as colagens passaram a acontecer na frente da camera.

90x130cm. Jato de Tinta sobre papel de algodão. 2/3. Coleção Eleny Neera Eksterman.

julho 31, 2011

Intrepida trupe

Intrepida Trupe, nas mãos do Gringo Cardia, era um grupo surrealista. Fiquei encantado com a vida no ar, intensa e bela, que eles encenavam. Propus a revista A/Z fotografar moda com eles. Usei preto e branco e a luz do sol para ter um tom de imagem dos anos 40.  Ricardão e Passarinho, um casal, fizeram o numero deles.  A imagem de um casal onde a mulher se apoia na cabeca do homem para levantar vôo.. bonito né?

julho 25, 2011

Silvia Pfeiffer

Capa do disco Império dos Sentidos. Fausto Fawcett convidou Silvia para ser a capa. Fausto escolhia mulheres que  irradiariam a filosofia, a potencia..  algo assim. Não sei ao certo mas era divertido. Devia ser verdade porque dava muito certo. E a Silvia entrou no clima. Eu tb.. entendi que essa mulher era sobrehumana. Um humano aperfeiçoado e indiferente.. ou super compassivo. Um cyborg. Uma divindade transitória. Uma imagem que deveria estar em um outdoor na noite de Blade Runner.. olhando tudo, entendendo a todos.  Nunca decifrada inteiramente. Uma esfinge.

Fotografei em casa, na parede da sala, usando um refletor pequeno de cinema. O diafragama muito aberto na camera 6×7 provocando o desfocado. Eu memso revelei e ampliei em extase imagetico, de acordo com  El Fawcett.

Capa de Luis Stein.. Olhamos a foto, felizes da vida com a beleza. Tava tudo bem até que  surgiu a duvida? E a contracapa? O que pode ser colocado junto a essa foto? ………. Nada.  Colocamos a mesma foto. Capa e contracapa iguais. reforçando essa ideia do onipresente, do hipnótico,  parado no espaço tempo.

julho 25, 2011

Mae East

Mae East. Fazia backing Vocal na Gang 90 com o Julio Barroso e gravou um disco solo.  Fiz essa série para divulgação. Foi ideia dela.. essa imagem art deco. Foi ideia dela tambem me pedir um prazo curtissimo para entregar a foto.. Eu tinha ingresssos livres em um festival de cinema e  não queria perder os filmes. Arrrggh.

Mae era diferente.. olhos claros lindos. Cabelos lindos. Era muito ligada em novas consciencias ecológicas.

 

 

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julho 25, 2011

Tati Quebra Barraco

Fotografei lá na casa dela.. num conjunto habitacional de Jacarepaguá que não lembro o nome. Fotografei para uma revista que não lembro o nome. E tambem não conheco a musica dela.. mas a Tati tem uma presença forte. Olha o drama no rosto dela!

julho 25, 2011

Nó.

Foto para divulgaçnao do espetáculo Nó. Eu costumo iluminar e dirigir as fotos de cena para peças e para a cia de dança da Debinha. Ese espetáculo, eu co dirigi com ela. O cenario do Gringo ficou perrfeito. Eu havia insistido com a Debinha paar ter um cenario simples aonde o movimento tivesse mais peso do que as estruturas cenicas e o Gringo arrasou, como sempre.

julho 25, 2011

Juliana Paes

Durante muito tempo só fotografei gente quando posavam.. Fazia questão do Ritual da pose para retrato. Essa foto não foi posada. É de uma fase posterior e eu gosto bastante. Estava fotografando para a Viradouro, fazendo um album do carnaval para eles. Fotografei a Juliana que era madrinha de bateria. Quando olhei as fotos apareceu esse close com ela parecendo triste. Uma Rainha Triste. Achei bonito isso..

 

julho 25, 2011

Guilherme Isnard

Foto para capa do Zero. Guilherme era o cantor, mentor, idealizador do Zero. Era o designer.. o projetista da banda.  Guilherme tinha voz.. e todos os tiques e  maneirismos dos anos 80. Uma figura. Autentico. Tinha cada figura nessa época. Aqui na foto, ele está cantando.. no studio.

julho 25, 2011

Fausto Fawcett

Foto feita no balcão do Cervantes. Fausto.. que adotou o sobrenome da Farrah Fawcett. O mais doce entre os radicais. Um dos caras mais simples e tranquilos que conheço. Ideólogo e boa praça. Trazia NIetzsche na manga e valorizava Copacabana. Muito dificil fazer uma foto que faça justiça a importancia dele.  A tiracolo, Regininha Poltergeist com uma arma de brinquedo enfiada na calcinha.

julho 25, 2011

Casseta e Planeta

Capa do disco deles.  O que dizer? rsrsrs… eles tem verve!

julho 25, 2011

Marcelo Rubens Paiva.

Ele já tinha escrito Feliz Ano Velho. Era um star. Éramos todos amigos, uma turma do Rio e SP. Gostávamos de The Cure e Legião Urbana.  Ele namorava a Fernanda. Fotografei no meu estudio, de brincadeira. Na época as amizades eram diferentes, não havia facebook. Escreviamos cartas, pegavamos onibus para vistar e sair para a noite.

julho 25, 2011

Leoni

Leoni.. Foi do Kid Abelha. Escreveu sucessos incriveis. Depois partiu para carreira solo. Um cara muito doce e muito talentoso. A irmã dele,a  Monica, foi minha assistente. Cadê a MOnica?

Foto para o calendario da A/Z.

julho 25, 2011

Maria Helena Guinle.

Foto para calendario da A/Z. A Joyce Pascowitch teve essa ideia de fotografar personalidades para fazer calendarios de fim de ano. Uma delas foi a Maria Helena Guinle. Lá fui eu para o apto do Jorginho Guinle. Eu tava interessado em conhece-lo, a figura lendaria do playboy que se orgulhava de nunca ter trabalhado na vida. Olha.. pena eu ser tão jovem na epoca. Hoje eu teria conversado bastante como JOrginho.. Na epoca eu era pouco espirituoso.

Fiz a foto na cama do casal. Eu era bem ousado. rsrsrs…

julho 25, 2011

Ana Paula Arósio.

Que menina linda! Essa foto foi para anuncio da Boys and Girls, uma marca de roupas. Lembro de fotografar a Ana Paula Arosio no set de uma miniserie, nos estudios da Globo. Ela se colocou na luz.. quando olhei pelo visor da camera, era uma loucura. O rosto dela era um magneto e eu não conseguia parar de fotografar porque o rosto era perfeito.  A beleza fisica pode ser uma droga e te deixar extasiado, o tempo parado. Tudo que voce quwr é continuar olhando. Quando parei para trocar o filme, olhei em volta e uma dezena de tecnicos, como eu, extasiados, n˜øa desgrudavam os olhos dela. A beleza dessa moça é uma criação genial da natureza. Deve ser dificil para ela carregar tanta intensidade…

julho 25, 2011

Fotonovela do Planeta Diário

Fotonovela do Planeta Diario. O Edgar MOura me recomendou ao Claudio, Hubert e Reinaldo.  Fiz da primeira a ultima fotonovela. O jornal comecou sem muita pretensão e rapidamente estourou.. Era um  sucesso. Todo mundo queria posar para as fotonovelas. Era tudo muito tosco. A graça era essa: um texto bizarro, com referencias sofisticadas e uma situação bem tosca.

Chico Caruso, Zé do Caixão e Patricia Pillar. (o  escalado era o Caetano mas quando ouviu que teria de deitar num caixão, desistiu.)

julho 25, 2011

Duardo Dusek

Foto para divulgação. Nem lembro quem marcou ou encomendou essa foto… Eu aprendi a iluminar assim com o Antonio Guerreiro. Fui parar no estudio dele porque precisava de um trabalho, morava coma Tania Lamarca e ela trabalhava para ele.  Trabalhei duas semanas com ele e o Guerreiro viajou de ferias. Apareceu um trabalho no estudio e eu fiz sozinho, ja tinha aprendido a iluminar. Não tem mistério.  Daí resolvi ganahr a vida desse jeito.  Meu plano era fazer cinema.. mas o que rolou foi ser fotógrafo.  A vida toda eu quis largar a fotografia e voltar a fazer filmes; fiz clipes, dirigi um curta.. mas aí eu ja era um fotografo.  As favas estavam contadas.

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